QUE ALEGRIA!
Quando o carro estaciona em frente à casa meu coração
diz: que alegria!
Estar aqui é entrar num céu que eu nunca me canso de entrar.
Esta casa. Meu lar da mocidade.
Tantas lembranças em cada canto!
Os coqueiros a balançar as folhas me recordam os olhos de meu pai. Ele deitava uns olhos amorosos sobre estas árvores.
As murtas. Sempre fomos apaixonados por elas. Gostávamos de nos sentar e conversar à sombra delas.
Este jardim sempre florido.
Está mais bonito que em outros tempos.
A casa toda é uma delícia. Cada cômodo guarda tanta coisa.
Os risos de outros tempos. O jogo de truco. Cris chegando com sua alegria. Os primos queridos.
Os netos que se aproximavam da escadaria.
Meu pai repetindo:
─ Cuidado com este menino.
Os porões cheios de cartazes pela parede. Nosso cantinho de paz.
Aquele fogão de lenha de outros tempos.
As roupas no varal.
Os churrascos no quintal.
As jabuticabeiras floridas. As frutinhas maduras, os periquitos, os sanhaços. Sabiás, corruíras.
Amo este lugar. Amo. Amo me sentar nas muretas da varanda e olhar as chácaras ao redor. O perfume no ar. Este lugar! Ah! Este lugar!
Posso visitar quando quero a casa de agora e guardo n’alma as coisas de outrora.
Estar aqui é entrar num céu que eu nunca me canso de entrar.
Esta casa. Meu lar da mocidade.
Tantas lembranças em cada canto!
Os coqueiros a balançar as folhas me recordam os olhos de meu pai. Ele deitava uns olhos amorosos sobre estas árvores.
As murtas. Sempre fomos apaixonados por elas. Gostávamos de nos sentar e conversar à sombra delas.
Este jardim sempre florido.
Está mais bonito que em outros tempos.
A casa toda é uma delícia. Cada cômodo guarda tanta coisa.
Os risos de outros tempos. O jogo de truco. Cris chegando com sua alegria. Os primos queridos.
Os netos que se aproximavam da escadaria.
Meu pai repetindo:
─ Cuidado com este menino.
Os porões cheios de cartazes pela parede. Nosso cantinho de paz.
Aquele fogão de lenha de outros tempos.
As roupas no varal.
Os churrascos no quintal.
As jabuticabeiras floridas. As frutinhas maduras, os periquitos, os sanhaços. Sabiás, corruíras.
Amo este lugar. Amo. Amo me sentar nas muretas da varanda e olhar as chácaras ao redor. O perfume no ar. Este lugar! Ah! Este lugar!
Posso visitar quando quero a casa de agora e guardo n’alma as coisas de outrora.
sonia delsin
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