A PRAÇA XV
Estacionei hoje meu carro ao lado da Praça XV e fiquei
olhando a chuva caindo.
As belas árvores com seus galhos molhados, balançando-se graciosamente com o vento suave.
Vez ou outra passava uma pessoa.
Um garoto passeando de bicicleta enfrentava a chuva com a carinha tão feliz.
Tão arteiro ele!
Algumas pombas caminhavam pelo gramado e pelo calçamento a procura de algum alimento.
Enquanto aguardava o horário da minha consulta num consultório bem próximo dali fiquei ouvindo música no carro.
Fiquei pensando na vida.
Nos tempos dos sonhos. Nos tempos da realidade dura de ser enfrentada.
No som do carro uma música: Não vai ser fácil esquecer de você...
E o que é fácil nesta vida?
Pensei nos tempos passados.
Sorri para as lembranças.
Como é gostoso ter o coração leve e ter esta facilidade de sorrir para as lembranças.
A chuva parou. O vento ficou mais forte e os galhos se balançaram mais fortemente. Chegando a vergar-se.
Fiquei olhando as pessoas com os guarda-chuvas nas mãos.
Cada um tem uma maneira peculiar de carregá-lo.
Senti uma ternura pelo ser humano.
Ninguém quer se molhar. Acostumamo-nos ao sistema.
Os selvagens com sua nudez não se importam com a chuva. Ela não os incomoda. Pelo contrário.
São parte da natureza... como a chuva.
E nós nos protegemos dela como podemos.
Nada pode ser mudado.
O calçamento desta bela praça faz parte do sistema.
Eu faço parte. Dentro do meu carro... ouvindo música... eu faço parte e a praça é um pedaço do paraíso que aos homens foi dado.
Praça XV. Quantas lembranças! Algumas tristes, dolorosas demais. Um tempo difícil demais.
Depois as vitórias sendo conquistadas. Uma a uma e a praça com seus acolhedores bancos a me receber.
Faz parte de mim esta praça. Ela assistiu a uma luta que travei e viu-me vencendo as adversidades da vida.
Olho o relógio e vejo que já se aproxima o horário de minha consulta. Penso que graças a Deus é tão só uma consulta de rotina.
As belas árvores com seus galhos molhados, balançando-se graciosamente com o vento suave.
Vez ou outra passava uma pessoa.
Um garoto passeando de bicicleta enfrentava a chuva com a carinha tão feliz.
Tão arteiro ele!
Algumas pombas caminhavam pelo gramado e pelo calçamento a procura de algum alimento.
Enquanto aguardava o horário da minha consulta num consultório bem próximo dali fiquei ouvindo música no carro.
Fiquei pensando na vida.
Nos tempos dos sonhos. Nos tempos da realidade dura de ser enfrentada.
No som do carro uma música: Não vai ser fácil esquecer de você...
E o que é fácil nesta vida?
Pensei nos tempos passados.
Sorri para as lembranças.
Como é gostoso ter o coração leve e ter esta facilidade de sorrir para as lembranças.
A chuva parou. O vento ficou mais forte e os galhos se balançaram mais fortemente. Chegando a vergar-se.
Fiquei olhando as pessoas com os guarda-chuvas nas mãos.
Cada um tem uma maneira peculiar de carregá-lo.
Senti uma ternura pelo ser humano.
Ninguém quer se molhar. Acostumamo-nos ao sistema.
Os selvagens com sua nudez não se importam com a chuva. Ela não os incomoda. Pelo contrário.
São parte da natureza... como a chuva.
E nós nos protegemos dela como podemos.
Nada pode ser mudado.
O calçamento desta bela praça faz parte do sistema.
Eu faço parte. Dentro do meu carro... ouvindo música... eu faço parte e a praça é um pedaço do paraíso que aos homens foi dado.
Praça XV. Quantas lembranças! Algumas tristes, dolorosas demais. Um tempo difícil demais.
Depois as vitórias sendo conquistadas. Uma a uma e a praça com seus acolhedores bancos a me receber.
Faz parte de mim esta praça. Ela assistiu a uma luta que travei e viu-me vencendo as adversidades da vida.
Olho o relógio e vejo que já se aproxima o horário de minha consulta. Penso que graças a Deus é tão só uma consulta de rotina.
sonia delsin

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